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13-08-20 12:02

Sindicatos ameaçam greve geral se aulas presenciais voltarem sem vacinação de alunos

 

s presidentes dos Sindicatos dos Trabalhadores em Educação do Piauí (Sinte-PI), Paulina Almeida, e dos Servidores Municipais de Teresina (Sindserm), Sinésio Soares, afirmaram nesta quinta-feira (13), na audiência pública realizada pela Comissão de Saúde, Educação e Cultura, que haverá uma greve geral dos profissionais de educação se ocorrer o retorno das aulas presenciais antes da existência de uma vacina contra a Covid-19.
Paulina Almeida disse que o retorno às aulas só deve ocorrer com toda segurança para impedir que milhares de profissionais de educação e estudantes sejam contaminados pelo novo coronavírus. Ela informou que a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) já decidiu que haverá uma greve geral contra o retorno das aulas presenciais em todo o país.
A presidente do Sinte-PI destacou a importância da aprovação pela Assembleia Legislativa de um Projeto de Lei de autoria do deputado Francisco Limma (PT) que estabelece procedimentos e normas para o reinício das aulas presenciais, mas frisou que isso só deve ocorrer com toda segurança para professores e alunos.
“Queremos uma educação sem covid e para o retorno das aulas presenciais precisamos ter uma vacina”, declarou Sinésio Soares, afirmando que a greve dos professores e servidores municipais de Teresina continuará por data indeterminada. Ele assinalou que os servidores estão com as suas atividades paralisadas há vários meses.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Estabelecimentos Particulares de Ensino, Kleber Ibiapina, reclamou que a entidade nunca foi procurada pelos dirigentes de órgãos de educação ou representantes das escolas privadas para debater a pandemia da Covid-19. Ele, também, se manifestou contrário ao retorno das aulas sem a existência de segurança para os profissionais de educação e os alunos, afirmando que “a preservação da vida está em primeiro lugar”.
A representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação no Piauí (Undime-PI), Érica Graziela, também, defendeu o retorno às aulas somente com segurança para os trabalhadores em educação e estudantes. Érica Graziela disse que cerca de 80% dos estudantes piauienses utilizam o transporte escolar e podem ser contaminados pelo novo coronavírus no momento em que se deslocarem para as suas escolas, por isso, segundo ela, os municípios continuarão a realizar as aulas de forma remota no momento.
J. Barros

Os presidentes dos sindicatos dos Trabalhadores em Educação do Piauí (Sinte-PI), Paulina Almeida, e dos Servidores Municipais de Teresina (Sindserm), Sinésio Soares, afirmaram nesta quinta-feira (13), durante audiência pública realizada pela Comissão de Saúde, Educação e Cultura, que haverá uma greve geral dos profissionais de educação se ocorrer o retorno das aulas presenciais antes da existência de uma vacina contra a Covid-19.

Paulina Almeida disse que o retorno às aulas só deve ocorrer com toda segurança para impedir que milhares de profissionais de educação e estudantes sejam contaminados pelo novo coronavírus. Ela informou que a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) já decidiu que haverá uma greve geral contra o retorno das aulas presenciais em todo o país.

A presidente do Sinte-PI destacou a importância da aprovação pela Assembleia Legislativa de um Projeto de Lei de autoria do deputado Francisco Limma (PT) que estabelece procedimentos e normas para o reinício das aulas presenciais, mas frisou que isso só deve ocorrer com toda segurança para professores e alunos.

“Queremos uma educação sem covid e para o retorno das aulas presenciais precisamos ter uma vacina”, declarou Sinésio Soares, afirmando que a greve dos professores e servidores municipais de Teresina continuará por data indeterminada. Ele assinalou que os servidores estão com as suas atividades paralisadas há vários meses.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Estabelecimentos Particulares de Ensino, Kleber Ibiapina, reclamou que a entidade nunca foi procurada pelos dirigentes de órgãos de educação ou representantes das escolas privadas para debater a pandemia da Covid-19. Ele, também, se manifestou contrário ao retorno das aulas sem a existência de segurança para os profissionais de educação e os alunos, afirmando que “a preservação da vida está em primeiro lugar”. A representante da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação no Piauí (Undime-PI), Érica Graziela, também, defendeu o retorno às aulas somente com segurança para os trabalhadores em educação e estudantes. Érica Graziela disse que cerca de 80% dos estudantes piauienses utilizam o transporte escolar e podem ser contaminados pelo novo coronavírus no momento em que se deslocarem para as suas escolas, por isso, segundo ela, os municípios continuarão a realizar as aulas de forma remota no momento.

J. Barros - Edição: Katya D'Angelles



 



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