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02-09-20 13:57

Elisângela Moura critica a falta de transporte coletivo em Teresina

 

avisos, uma vez que alguns colegas fazem longos pronunciamentos. Em
seguida ele registrou a visita de candidatos a prefeito nos municípios
de Joaquim Pires e Itainópolis ao seu gabinete. Concluindo, ele
informou que o município de Piripiri assinou contrato com o FINISA, no
valor de R$ 14 milhões para aplicação em obras de mobilidade urbana.
ELISÂNGELA COBRA SOLUÇÃO
PARA O TRANSPORTE PÚBLICO
A deputada Elisângela Moura (PT) cobrou das autoridades municipais de
Teresina uma solução para as deficiências no setor de transportes
públicos, uma vez que as atividades comerciais foram flexibilizadas,
mas os trabalhadores não têm como se deslocar. Ela observou que o
empregador exige pontualidade dos trabalhadores, mas eles não contam
com o transporte público nos horários desejados. Alguns saem do
trabalho às 13 horas e vão chegar em casa às 17 horas.
Elisângela criticou a Medida Provisória do Governo Federal que criou o
chamado “Pente Fino” na Previdência, onde o índice de indeferimento
aos pedidos dos segurados é altíssimo, bem como as solicitações de
aposentadorias, quando existem processos parados desde janeiro deste
ano.
A deputada concluiu seu pronunciamento criticando a lentidão das
perícias médicas, em face da pandemia, mas também pela pouca
importância que o setor vem dando aos pacientes, sobretudo do
interior, que formam filas à espera de autorização para uma cirurgia.
A baixa renda do trabalhador brasileiro e a redução no valor do
auxílio emergencial foram também destaque no pronunciamento, com uma
crítica aos estabelecimentos comerciais que reajustam quase que
diariamente os preços dos seus produtos.
Raimundo Cazé – edição Tattya D’Angelis

A deputada estadual Elisângela Moura (PCdoB) cobrou das autoridades municipais de Teresina uma solução para as deficiências no setor de transportes públicos da capital, onde as atividades comerciais foram flexibilizadas, mas os trabalhadores não têm como se deslocar até o emprego. Primeira oradora na sessão deliberativa desta quarta-feira (2), Elisângela observou que empregador exige pontualidade dos trabalhadores, mas eles não contam com o transporte público nos horários de pico. Alguns saem do trabalho às 13h e vão chegar em casa às 17h.

Elisângela criticou a Medida Provisória do Governo Federal que criou um “pente fino” na Previdência, onde o índice de indeferimento aos pedidos dos segurados é altíssimo, bem como nas solicitações de aposentadorias. Existem processos parados desde janeiro deste ano.

A deputada concluiu o pronunciamento criticando a lentidão das perícias médicas em face da pandemia, mas também pela pouca importância que o setor vem dando aos pacientes, sobretudo do interior, que formam enormes filas à espera de autorização para uma cirurgia.

A baixa renda do trabalhador brasileiro e a redução no valor do auxílio emergencial foram também destaque no pronunciamento, com uma crítica aos estabelecimentos comerciais que reajustam quase que diariamente os preços dos produtos da cesta básica, citando o óleo de soja.

Raimundo Cazé – Edição: Katya D’Angelles



 



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