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12-09-17 12:55

Diretor da Clube destaca dedicação do jornalista

 

 

Durante a realização da sessão especial dedicada ao Dia da Imprensa, na manhã desta terça-feira(12), o diretor da TV Clube, o jornalista Paulo Nóbrega destacou o papel do jornalista na sociedade brasileira atual e a a sua dedicação ao trabalho, o que o faz ficar atento aos fatos até 24 horas por dia. A sessão foi convocada através de requerimento do deputado Henrique de Alencar Rebelo(PT).

Falando em nome da Rede Clube de Televisão, Paulo Nóbrega disse que “o ambiente hoje é propício para o trabalho do jornalista, quando se destaca a liberdade de expressão”. Para ele, “o jornalista é um profissional que não tem hora certa para trabalhar ou para se divertir, estando sempre disposto a interromper seu sossego por conta da notícia”.

Para Paulo, “o jornalista tem uma inquietação inata, está no sangue, e sempre deve estar disposto a ouvir os dois lados. A imprensa nunca foi tão necessária no processo de investigar ao poder e aos poderosos. É a marca do nosso trabalho. O país precisa desta conscientização e discernimento”.

Rádio -  O jornalista Pedro Alcântara discorreu sobre o rádio, destacando que a primeira emissora a entrar no ar foi a Educadora de Parnaíba, logo após a Segunda Guerra Mundial, utilizando-se de equipamentos deixados pelos Estados Unidos, que haviam montado uma Base no Litoral piauiense. O jornalista disse que a segunda emissora piauiense foi a Rádio Educadora de Floriano.


Pedro Alcântara falou de sua carreira no rádio, mais precisamente na Rádio Clube de Teresina, cobrindo eventos esportivos. Ele falou dos valores políticos oriundos do rádio, como Maria Guadalupe, a primeira mulher a ser eleita vereadora de Teresina. Despedindo-se da tribuna ele pediu que ninguém ponha a culpa na categoria pelo que deixa de ser noticiado, pois os veículos de comunicação possuem seus proprietários, aos quais cabe decidir sobre o que deve e o que não deve ser publicado.

 
Chico Viana destaca evolução da imprensa

 

Na sessão solene em homenagem à imprensa, realizada hoje (12) na Assembleia Legislativa, o jornalista Chico Viana, presidente da Academia Piauiense de Jornalismo, lembrou os primórdios da imprensa no Brasil, quando em 1808 o rei Dom João VI trouxe ao País a primeira impressora. Ele lamentou o atraso do Brasil em relação a isso e afirmou o Peru já tinha impressora desde 1.549 porque a civilização daquele País era mais avançada do que a brasileira, comparando-se aos níveis europeus.

 

Viana também lembrou a história da imprensa no Piauí, quando a primeira impressora conhecida como “planeta” só chegou 24 anos depois. Sobre a televisão, afirmou que Fortaleza tinha o sinal desde 1956 enquando Teresina só recebeu a sua primeira emissora em 1972, graças aos esforços do advogado Valter Alencar. Mas, ressaltou que o setor cresceu muito nas décadas seguintes graças as novas emissoras que passaram a atuar na capital e no interior.

 

Por fim, Viana ressaltou a qualificação dos jornalistas graças ao curso de Comunicação Social implantado em 1984 pela Universidade Federal do Piauí e lembrou que o jornalismo impreso não vai desaparecer mas tende a diminuir a sua influência devido aos meios eletrônicos. “A Amazon, uma empresa americana, acaba de colocar na internet todas as grandes obras brasileiras que podem ser lidas de graça. Não é o fim do livro, mas é uma ameaça”, afirmou.

 

Na mesma sessão, o presidente do Sindicato dos Radialistas, Valdeck Morais, pediu aos deputados para aprovarem o plano de cargos, salários e carreiras dos servidores da Fundação Antares que será enviada ao legislativo nos próximos dias.

 

 

Durvalino Leal/ Raimundo Cazé / Edmundo Moreira – Edição: Katya D’Angelles 



 



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