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08-11-17 15:08

Robert Rios lamentou que o povo esteja infeliz com os políticos

 

O líder da Oposição na Assembleia Legislativa, deputado Robert Rios Magalhães (PDT) questionou se é a vontade do povo privatizar a rodoviária, a ceasa… se alguém consegue imaginar o povo apoiando o aumento do preço da energia quando, quando a maioria não pode mais sequer comprar um botijão de gás, pagar o preço caro a gasolina.  “Só quem aumenta do preço da energia, do gás, do combustível é o político. Será que é por isso que é às vezes pensamos pouco na sintonia com o povo Será que era isso que eu queria?
Robert Rios disse que governador Wellington Dias deixou de ir a Curimatá porque a população está há três meses sem água. “A classe política hoje é a mais desacreditada, a mais odiada, porque virou uma grande organização criminosa. O egoismo, a ambição tem andado na frente da política”.
Rios destacou a discussão em audiência pública na Comissão de Fiscalização e Controle, Finanças e Tributação, do Orçamento do Estado para 2018. “O orçamento proposto não é um orçamento de Estado, mas um orçamento eleitoral, para eleição de 2018. O governador apresentou um orçamento para o que ele quer fazer em 2018. E aí começa a fraude. O governador aumentou na área social 102%. E porque não fez isso em ano que não era eleitoral? Governador aumentou os gastos em comunicação para no ano eleitoral comprar mídia, colocar uma cortina no governo que não existe, que nada fez. Nunca em tempo algum eu vi um governo tão fraco, tão ruim e tão ambicioso. O retrato do governador Wellington Dias a fúria cega pelo dinheiro”.
O orador citou o julgamento do processo da subconcessão da Agespisa, que chamou de “pouca vergonha”, “que vai acabar amanhã naquela Corte de contas ou que terá continuidade”.
O deputado questionou quem pode ser feliz, quando já são 13 milhões de brasileiros desempregados. “Um país onde os piores remédios distribuídos nos postos de saúde. Quem tem problema de saúde, diabetes, pressão alta... está recebendo medicamentos ultrapassados. Enquanto as escolas privadas recebem prêmios as escolas públicas são as piores do Brasil, com professores massacrados por um salário insignificante. Muitos para sobreviver tem que fazer bicos, com o trabalhar de garçom nas horas vagas.
“E esse Estado aumentando impostos de energia, gás, combustível... dificultando ainda mais a vida da sociedade. Nós estamos construindo um país triste porque o povo olha para frente e descobre que os políticos têm milhões roubados, desviados. Aqui em Teresina, o comentário é generalizado de que estão pagando 30% para receber pelos serviços prestados ao Estado. Secretários corruptos, políticos ficando ricos milionários e o povo triste e infeliz. Voltamos no tempo da senzala e da casa grande. Enquanto na Casa Grande banquete, na senzala fome”, comparou.
Em aparte, Dr. Pessoa (PSD) afirmou que esse é o retrato do país e do Estado. E lembrou que ele disse isso na audiência pública que discutiu a lei orçamentária para 2018 na Comissão de Finanças. “É triste e eu não gostaria de ver o meu país vivendo uma realidade pior do que o período da ditadura”.
Robert Rios retomou o discurso afirmando que na democracia nada acontece que não seja pelo voto. E que é muito mais fácil despertar o eleitor, convencê-lo ao voto consciente do que evitar que um político canalha não roube. “É uma escolha. Quando se vai escolher uma babá para o filho a mãe toma cuidado. Quando você vai escolher o motorista, jardineiro, empregada, namorada, esposa… você tomando todo o cuidado. Mas quando se vai eleger um presidente da República, governador escolhe de maneira irresponsável sem tomar os cuidados. Quem vota em alguém condenado processado por roubo está votando num ladrão e vai ter um ladrão como presidente, governador. Quando se escolhe o governador, não se toma cuidado de saber se o seu candidato é honesto. Não adianta discurso político, protestos nas redes sociais. A maior arma contra a corrupção é o voto Eu não voto em ladrão condenado. E não precisa ser famoso, apenas que tenha um passado limpo, uma vida decente. O país só vai ser feliz um dia em que houver comunhão entre povo e classe política, no dia que os políticos interpretarem verdadeiramente as aspirações do povo”.

O líder da Oposição na Assembleia Legislativa, deputado Robert Rios Magalhães (PDT), levantou novamente a questão do aumento de impostos pelo Governo do Estado. Em discurso o parlamentar questionou se seria da vontade do povo privatizar a rodoviária, a ceas. "Alguém consegue imaginar o povo apoiando o aumento do preço da energia quando, quando a maioria não pode mais sequer comprar um botijão de gás, pagar o preço caro a gasolina? Só quem aumenta do preço da energia, do gás, do combustível é o político. Será que é por isso que é às vezes pensamos pouco na sintonia com o povo? Será que era isso que eu queria?", indagou.

Robert Rios disse que governador Wellington Dias deixou de ir a Curimatá porque a população está há três meses sem água. “A classe política hoje é a mais desacreditada, a mais odiada, porque virou uma grande organização criminosa. O egoismo, a ambição tem andado na frente da política”.

O parlamentar destacou a discussão em audiência pública na Comissão de Fiscalização e Controle, Finanças e Tributação, do Orçamento do Estado para 2018. “O orçamento proposto não é um orçamento de Estado, mas um orçamento eleitoral, para eleição de 2018. O governador apresentou um orçamento para o que ele quer fazer em 2018. E aí começa a fraude. O governador aumentou na área social 102%. E porque não fez isso em ano que não era eleitoral? Governador aumentou os gastos em comunicação para no ano eleitoral comprar mídia, colocar uma cortina no governo que não existe, que nada fez. Nunca em tempo algum eu vi um governo tão fraco, tão ruim e tão ambicioso. O retrato do governador Wellington Dias a fúria cega pelo dinheiro”.

O orador citou o julgamento do processo da subconcessão da Agespisa, que chamou de “pouca vergonha”, “que vai acabar amanhã naquela Corte de contas ou que terá continuidade”.

O deputado questionou quem pode ser feliz, quando já são 13 milhões de brasileiros desempregados. “Um país onde os piores remédios distribuídos nos postos de saúde. Quem tem problema de saúde, diabetes, pressão alta... está recebendo medicamentos ultrapassados. Enquanto as escolas privadas recebem prêmios as escolas públicas são as piores do Brasil, com professores massacrados por um salário insignificante. Muitos para sobreviver tem que fazer bicos, com o trabalhar de garçom nas horas vagas.

“E esse Estado aumentando impostos de energia, gás, combustível vão 
dificultando ainda mais a vida da sociedade. Nós estamos construindo um país triste porque o povo olha para frente e descobre que os políticos têm milhões roubados, desviados. Aqui em Teresina, o comentário é generalizado de que estão pagando 30% para receber pelos serviços prestados ao Estado. Secretários corruptos, políticos ficando ricos milionários e o povo triste e infeliz. Voltamos no tempo da senzala e da casa grande. Enquanto na Casa Grande banquete, na senzala fome”, comparou.


Em aparte, Dr. Pessoa (PSD) afirmou que esse é o retrato do país e do Estado. E lembrou que ele disse isso na audiência pública que discutiu a lei orçamentária para 2018 na Comissão de Finanças. “É triste e eu não gostaria de ver o meu país vivendo uma realidade pior do que o período da ditadura”.

Robert Rios retomou o discurso afirmando que na democracia nada acontece que não seja pelo voto. E que é muito mais fácil despertar o eleitor, convencê-lo ao voto consciente do que evitar que um político canalha não roube. “É uma escolha. Quando se vai escolher uma babá para o filho a mãe toma cuidado. Quando você vai escolher o motorista, jardineiro, empregada, namorada, esposa… você tomando todo o cuidado. Mas quando se vai eleger um presidente da República, governador escolhe de maneira irresponsável sem tomar os cuidados".

 

Concluindo o pronunciamento, Rios advertiu que "quem vota em alguém condenado processado por roubo está votando num ladrão e vai ter um ladrão como presidente, governador. Quando se escolhe o governador, não se toma cuidado de saber se o seu candidato é honesto. Não adianta discurso político, protestos nas redes sociais. A maior arma contra a corrupção é o voto Eu não voto em ladrão condenado. E não precisa ser famoso, apenas que tenha um passado limpo, uma vida decente. O país só vai ser feliz um dia em que houver comunhão entre povo e classe política, no dia que os políticos interpretarem verdadeiramente as aspirações do povo”.


Texto: Paulo Pincel
Edição: Katya D'Angelles 



 



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