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06-12-18 12:32

Servidores acusam Equatorial de 'terrorismo' durante audiência

 

Audiência pública acusa Equatorial de fazer terrorismo
Durante audiência pública realizada na manhã desta quinta – feira(06) no plenarinho da Assembleia Legislativa, a empresa Cepisa Equatorial foi acusada de fazer terrorismo com os servidores e de promover reajustes absurdos nas contas de energia.
A audiência pública foi convocada através de requerimento assinado pelos deputados Francisco Limma Lula(PT) e Flora Isabel(PT), com o objetivo de discutir os procedimentos adotados pela Equatorial, após o processo de privatização da “Cepisa Eletrobras”, principalmente as demissões e os aumentos das tarifas, conforme explicou o deputado Limma Lula, ao abrir os trabalhos da audiência.
Mesmo convocada a empresa não enviou nenhum representante para dar explicações. Sindicatos e entidades afins compuseram a mesa dos debates, como Paulo Bezerra, presidente da CUT; Paulo Sampaio, presidente do sindicato dos urbanitários; Raimunda Nonata, do conselho da Cepisa; Florentino, presidente do sindicato dos engenheiros e o ex-vereador Décio Solano, assessor do Palácio de Karnak, foi representando o governador Wellington Dias.
A deputada Flora Isabel lembrou as muitas lutas que os trabalhadores travaram pela não estatização da Cepisa, exatamente por temer que acontecesse o que vem ocorrendo agora, como a demissão dos servidores e o aumento das tarifas. “A Equatorial prometeu diminuir a tarifa e a primeira coisa que fez fou aumentá-la em 13%”, disse Flora.
Dizendo-se “representante dos demitidos”, o sindicalista e ex-diretor Antônio Pereira fez um breve relatório da empresa desde a privatização, denunciando o terrorismo com e o abandono dos investimentos em programas como o “Luz para todos”.
“Como toda boa empresa, eles só vão investir naquilo que der lucro”, disse Pereira, que fez ainda um apelo ao Procom e ao Ministério Público, para que tome providências contra os aumentos desenfreados das tarifas.
No final, Antônio Pereira apresentou uma pauta com sugestões para ser encaminha à empresa e aos órgãos de controle, qual sejam: a garantia dos empregos dos concursados, aceitando até o remanejamento: e o PDI – Plano de desligamento incentivado, dentre outros.
Detalhe: Antônio Pereira foi o 15o. Demitido sem justa causa. Hoje são mais de 40.
Repórter: Edmundo Moreira

Durante audiência pública realizada na manhã desta quinta–feira (6), no plenarinho da Assembleia Legislativa, a empresa Cepisa Equatorial foi acusada de fazer terrorismo contra os servidores, além de promover reajustes absurdos e sistemáticos nas contas de energia.

A audiência pública foi convocada pelos deputados Francisco Limma (PT) e Flora Izabel (PT), com o objetivo de discutir os procedimentos adotados pela Equatorial, após o processo de privatização da “Cepisa Eletrobras”, principalmente as demissões e os aumentos das tarifas, conforme explicou o deputado Limma Lula, ao abrir os trabalhos da audiência.

Mesmo convocada, a empresa não enviou nenhum representante para dar explicações. Sindicatos e entidades afins compuseram a mesa dos debates, como Paulo Bezerra, presidente da CUT; Paulo Sampaio, presidente do sindicato dos urbanitários; Raimunda Nonata, do conselho da Cepisa; Florentino, presidente do sindicato dos engenheiros e o ex-vereador Décio Solano, assessor do Palácio de Karnak, foi representando o governador Wellington Dias.

A deputada Flora Isabel lembrou as muitas lutas que os trabalhadores travaram pela não estatização da Cepisa, exatamente por temer que acontecesse o que vem ocorrendo agora, como a demissão dos servidores e o aumento das tarifas. “A Equatorial prometeu diminuir a tarifa e a primeira coisa que fez fou aumentá-la em 13%”, disse Flora.

Dizendo-se “representante dos demitidos”, o sindicalista e ex-diretor Antônio Pereira fez um breve relatório da empresa desde a privatização, denunciando o terrorismo com e o abandono dos investimentos em programas como o “Luz para todos”.

“Como toda boa empresa, eles só vão investir naquilo que der lucro”, disse Pereira, que fez ainda um apelo ao Procom e ao Ministério Público, para que tome providências contra os aumentos desenfreados das tarifas.

No final, Antônio Pereira apresentou uma pauta com sugestões para ser encaminha à empresa e aos órgãos de controle, qual sejam: a garantia dos empregos dos concursados, aceitando até o remanejamento: e o PDI – Plano de desligamento incentivado, dentre outros.


Edmundo Moreira - Edição: Paulo Pincel

 



 



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