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14-05-19 13:01

Teresa Britto volta a cobrar investimentos em saúde e educação

 

O deputado doutor Hélio (PP) fez seu discurso, na tribuna, nesta terça-feira (14), com o foco voltado para a atual conjuntura do Governo Federal, que segundo o parlamentar, não está compreendendo os desafios que o Brasil está enfrentando.“Vamos muitos problemas em um cenário consolidado e que aponta ainda mais problemas na economia. Temos que ter a garantia de que os contratos sejam consolidados”, disse o deputado Doutor Hélio, acrescentando que são tantos os desarranjos e notícias contraditórias.“É uma lástima um País que tem um débito com a educação, ainda ser penalizado ainda mais”, falou o parlamentar, referindo-se aos cortes de verbas pelo Governo Federal, para as universidades públicas.APARTES- O deputado Cícero Magalhães (PT), enfatizou as críticas feitas ao Governo Federal, pelo deputado Doutor Hélio e disse também que não se pode entender um país onde a educação não é prioridade e que não esteja em primeiro lugar. Ele disse ainda que os jovens já haviam se acostumado a ter empregos, em anos anteriores e que eram em maior número nas universidades públicas.“Os jovens e as pessoas mais humildes do nosso país se acostumaram com emprego e uma educação, aonde o filho do agricultor, da lavadeira, do carroceiro, teve acesso a universidade, chegando pelos próprios méritos a um curso superior”, enfatizou o deputado Cícero Magalhães, ressaltando que isso parece está incomodando aqueles que querem desconstruir o que foi feito em um passado recente.   FRANZÉ – O deputado Franzé Silva (PT) ressaltou a importância de os parlamentares denunciarem esse tipo de posicionamento do Governo Federal, em relação aos desmandos, segundo ele, que estão ocorrendo no País. “Estão fazendo terrorismo nesse País, com o corte de verbas. O seja, anuncia-se cortes da educação, na saúde, mas o pano de fundo e a aprovação da Previdência. Nós apontamos, nesta Casa, que a Previdência tem outras soluções, como o combate da sonegação, com a cobrança das grandes heranças, de IPVA na área de aeronaves, entre outras formas de taxas. Mas o que eles querem é que sejam pegas as nossas poupanças previdenciárias e sejam entregues aos bancos estrangeiros, para explorarem  os trabalhadores brasileiros, para que estes não se aposentem”, finalizou.O doutor Hélio resumiu seu pronunciamento ressaltando as belezas no estado do Piauí, mais especificamente no litoral piauiense, onde é preciso investir em mais estrutura, para que o Estado seja um pólo turístico.  Lindalva Miranda   
A deputada estadual Teresa Britto (PV) subiu à Tribuna da Assembleia Legislativa nesta terça-feira (14) para cobrar investimentos do Governo do Estado na saúde e na educação estadual. Ela também se manifestou contrariamente ao corte de 30% anunciado pelo Governo Federal às universidades e institutos federais do Brasil.
“Gastos com educação não é despesa, é sim investimento. Todo Estado e país que investe em educação é mais desenvolvido, tem menos violência. Mas no Brasil nós estamos percebendo que não há esse sentimento por parte de alguns gestores. Eu coloco isso a nível nacional, com o corte de verbas das universidades e institutos federais, e também a nível estadual, com a falta de investimento do Governo no ensino médio”, disse Teresa Britto.
A deputada pontuou que o índice de evasão nas escolas estaduais de ensino médio é muito alto em virtude da falta de estrutura das escolas, com salas sem climatização e laboratórios sem funcionar. “Nós moramos num Estado de clima quente, daí a necessidade de todas as salas de aula serem climatizadas, mas além disse, a manutenção desses equipamentos, disse.
A deputada disse que visitou a Escola Estadual Professor José Amavel, que tem 47 anos de fundação, mas sem climatização das salas de aula, um refeitório com capacidade somente para 70 alunos e laboratórios com equipamentos quebrados. Teresa Britto cobrou a visita do Secretário de Educação à escola para solucionar os problemas.
Ela também levantou a questão da saúde no Estado, com a falta de medicamentos, regularização de leitos e implementação de transplantes. “Convido aos colegas que possamos fazer uma visita às escolas e hospitais do Estado para que possamos cobrar do Governador as melhorias necessárias. Não podemos permitir o retrocesso nessas áreas tão essenciais”, finalizou.
Laryssa Saldanha - Edição: Caio Bruno

A vice-líder da opoisição, deputada estadual Teresa Britto (PV), voltou à tribuna da Assembleia Legislativa, na sessão desta terça-feira (14), para cobrar investimentos do Governo do Estado em saúde e educação.

A oradora também se manifestou contrariamente ao corte de 30%, anunciado pelo governo federal, destinado às universidades e institutos federais no Brasil.

“Gastos com educação não é despesa, é investimento. Todo Estado e país que investe em educação é mais desenvolvido, tem menos violência, mas no Brasil nós estamos percebendo que não há esse sentimento por parte de alguns gestores. Eu coloco isso em nível nacional, com o corte de verbas das universidades e institutos federais, e também em nível estadual, com a falta de investimento do Governo no ensino médio”, lamentou Teresa Britto.

A deputada ressaltou que o índice de evasão nas escolas estaduais de ensino médio é muito alto em virtude da falta de estrutura das escolas, com salas sem climatização e laboratórios que não funcionam. “Nós moramos num estado de clima quente, daí a necessidade de todas as salas de aula serem climatizadas, mas além disso, não há a manutenção desses equipamentos", reclamou.

A deputada disse que visitou a Escola Estadual Professor José Amavel, em Teresina, que tem 47 anos de fundação, mas sem climatização das salas de aula, um refeitório com capacidade somente para 70 alunos e laboratórios com equipamentos quebrados. Teresa Britto cobrou a visita do secretário de Educação, Ellen Gera, à escola para solucionar os problemas.

Ela também levantou a questão da saúde no Estado, com a falta de medicamentos, a regulação de leitos e implementação de transplantes. “Convido aos colegas para que possamos fazer uma visita às escolas e hospitais do Estado para cobrar do governador as melhorias necessárias. Não podemos permitir o retrocesso nessas áreas tão essenciais”, finalizou.

Laryssa Saldanha - Edição: Caio Bruno



 



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