Adapi reclama mais investimentos em estrutura e pessoal para combate à aftosa no Piauí
01/12/2021 12h50

 

Por iniciativa do deputado Firmino Paulo (Progressistas), a Comissão de Defesa do Consumidor, do Meio Ambiente e Acompanhamento dos Fenômenos da Natureza (CDC) da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) foi sede de uma audiência pública que debateu o plano nacional de vigilância para a febre aftosa. Modernizar a estrutura e aumentar o quadro de servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí (ADAPI), alterações legislativas e a realização de mais parcerias com os produtores rurais foram alguns pontos abordados com o objetivo de que o estado atinja resultados, ainda melhores, no combate à doença.
“As estruturas da Adapi, que não são boas. É preciso haver uma reestruturação nos prédios. Bem como já foi colocado, há a necessidade de concurso público”, cobrou a deputada Teresa Britto (PV), vice-presidente da CDC. A parlamentar sugeriu que a pauta da realização de um concurso para a contratação de servidores efetivos fosse um dos encaminhamentos e afirmou que parte de suas emendas serão para a compra da unidade de um castramóvel que será administrado pela agência. Ela ainda pediu o retorno do serviço de atendimento ao produtos na cidade de União.
Essas medidas contribuirão no atingimento das metas estabelecidas para o Piauí no Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa, apresentado na audiência pública pelo gerente de defesa sanitária da Adapi, Idílio Moura. O foco do plano é que o Brasil seja considerado livre de febre aftosa sem vacinação. Para isso, é preciso que haja maior investimento em infraestrutura e valorização dos profissionais responsáveis pelo atingimento das metas.
O estabelecimento de parcerias com outros órgãos do Governo do Estado e com os produtores rurais também foi debatido por ser considerado fundamental no combate à aftosa e outros trabalhos da agência. A Secretária de Agricultura Familiar, Patrícia Vasconcelos, elogiou o trabalho executado pela Adapi e disse que o alinhamento entre sua secretaria e a agência pode ser ampliado. Orisvaldo Teixeira, representante da Secretaria de Fazenda (Sefaz), se prontificou a contribuir na aproximação da Adapi junto ao seu órgão. A diretora geral da agência, Alexsandra Soares Carvalho, disse que isso já vem acontecendo com a compatibilização de sistemas entre Adapi e Sefaz.
Além do alinhamento com outros órgãos do Executivo, o deputado Francisco Limma (PT) destacou a necessidade de estabelecer parcerias com os produtores rurais. O parlamentar também enfatizou que as melhorias na Adapi devem visar um salto na produção agropecuária do Piauí. “À medida em que vai avançando a produção de grãos,  e vai seguindo a produção animal, ela vai acompanhando essa parte na questão da agroindustrialização, do processamento de carne e outros produtos derivados de origem animal. Ela é uma área que nós precisamos avançar e a Adapi vai ser importantíssima nisso” afirmou Francisco Limma.
Atualizar as questões necessárias de legislação e aumentar a inclusão da defesa agropecuária no orçamento e nos planos do Executivo, como o Pro Piauí, são medidas que Firmino Paulo se prontificou a contribuir ao final da audiência pública. “Os deputados, aqui na Assembleia, têm apresentado projetos de lei importantes para o funcionamento da Adapi. Colocando a legislação bem atualizada, a nível nacional, para que possamos trabalhar de forma plena na Adapi. Enfim, são ações, e essa sincronia que nós queremos ter, para que possamos, juntos, enfrentar essa questão da febre aftosa”, afirmou Firmino Paulo.
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Nícolas Barbosa

Por iniciativa do deputado Firmino Paulo (Progressistas), a Comissão de Defesa do Consumidor, do Meio Ambiente e Acompanhamento dos Fenômenos da Natureza (CDC) da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) realizou audiência pública para debater o Plano Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa.

Modernizar a estrutura e aumentar o quadro de servidores da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí (ADAPI), alterações legislativas e a realização de mais parcerias com os produtores rurais foram algumas das sugestões apontadas com o objetivo de que o estado atinja resultados ainda melhores no combate à doença.

“As estruturas da Adapi não são boas. É preciso haver uma reestruturação nos prédios. Bem como já foi colocado, há a necessidade de concurso público”, cobrou a deputada Teresa Britto (PV), vice-presidente da CDC. A parlamentar sugeriu que a pauta da realização de um concurso para a contratação de servidores efetivos fosse um dos encaminhamentos e afirmou que parte de suas emendas serão para a compra da unidade de um castramóvel que será administrado pela agência. Ela ainda pediu o retorno do serviço de atendimento ao produtos na cidade de União.

Essas medidas vão contribuir para que sejam alcançdas as metas estabelecidas para o Piauí no Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa, apresentado na audiência pública pelo gerente de Defesa Sanitária da Adapi, Idílio Moura.

O foco do plano é que o Brasil seja considerado livre de febre aftosa sem vacinação. Para isso, é preciso que haja maior investimento em infraestrutura e valorização dos profissionais responsáveis pelo atingimento das metas.

O estabelecimento de parcerias com outros órgãos do Governo do Estado e com os produtores rurais também foi debatido por ser considerado fundamental no combate à aftosa e outros trabalhos da agência. A Secretária de Estado da Agricultura Familiar, Patrícia Vasconcelos, elogiou o trabalho executado pela Adapi e disse que o alinhamento entre sua secretaria e a agência pode ser ampliado.

Orisvaldo Teixeira, representante da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz), prontificou-se a contribuir na aproximação da Adapi à Sefaz. A diretora-geral da Agência, Alexsandra Soares Carvalho, disse que isso já vem acontecendo com a compatibilização de sistemas entre Adapi e Sefaz.

Além da paerceria dos órgãos do Executivo, o deputado Francisco Limma (PT) destacou a necessidade de estabelecer uma sintonia com os produtores rurais. O parlamentar também enfatizou que as melhorias na Adapi devem visar um salto na produção agropecuária do Piauí.

“À medida em que vai avançando a produção de grãos,  e vai seguindo a produção animal, ela vai acompanhando essa parte na questão da agroindustrialização, do processamento de carne e outros produtos derivados de origem animal. Ela é uma área que nós precisamos avançar e a Adapi vai ser importantíssima nisso” afirmou Francisco Limma.

Atualizar as questões necessárias de legislação e aumentar a inclusão da defesa agropecuária no orçamento e nos planos do Executivo, como o PRO Piauí, são medidas que Firmino Paulo se prontificou a contribuir ao final da audiência pública.

“Os deputados, aqui na Assembleia, têm apresentado projetos de lei importantes para o funcionamento da Adapi. Colocando a legislação bem atualizada, a nível nacional, para que possamos trabalhar de forma plena na Adapi. Enfim, são ações, e essa sincronia que nós queremos ter, para que possamos, juntos, enfrentar essa questão da febre aftosa”, afirmou Firmino Paulo.

Nícolas Barbosa - Edição: Katya D'Angelles

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