Teresa Britto denuncia crime ambiental com 'importação' de chorume do Pará
02/12/2021 12h51

 

Ao ocupar a tribuna na sessão desta quinta-feira(2), a deputada Teresa Britto (PV) disse que a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente do Piauí evitou que a empresa Águas e Esgotos de Teresina (Aegea) praticasse um crime ambiental gravíssimo que poderia prejudicar os rios Poty e Parnaíba e a população da Capital.
Teresa Britto parabenizou o delegado Emir Maia, titular da Delegacia de Proteção do Meio Ambiente, e sua equipe por ter impedido que a Aegea utilizasse a Lagoa de Estabilização de Esgotos do bairro Pirajá fosse utilizada para a colocação de chorume, que era um líquido proveniente de aterros sanitários do Pará, que iria contaminar as águas dos dois rios que cruzam a cidade de Teresina.
A deputada do PV disse que tomou conhecimento de que foi a Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Piauí (Semar-PI) que teria concedido uma licença para que a Aegea trouxesse o chorume, assinalando que isto deveria ter sido feito pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semar) de Teresina.
Em aparte, o deputado Henrique Pires (MDB) disse que a Secretaria Municipal do Meio Ambiente repudia qualquer crime ambiental que venha a ser praticado em Teresina e que tem atualmente até a Eturb (Empresa Teresinense de Desenvolvimento Urbano), que produz asfalto, conta com licença do órgão para desenvolver suas atividades, o que não ocorria anteriormente.
Teresa Britto declarou que, como vice-presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, do Meio Ambiente e de Acompanhamento dos Fenômenos da Natureza e como ambientalista, está atenta às questões ambientais.
A parlamentar do PV assinalou que a Assembleia Legislativa não é omissa em relação ao meio ambiente e que a Aegea deve dar explicações ao Poder legislativo e à população de Teresina sobre a ação que levou a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente a impedir a prática de crime ambiental pela empresa de águas e esgotos que atua na capital piauiense.
J. Barros

Ao ocupar a tribuna na sessão desta quinta-feira(2), a deputada Teresa Britto (PV) disse que a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente do Piauí evitou que a empresa Águas e Esgotos de Teresina (Aegea) praticasse um crime ambiental gravíssimo que poderia prejudicar os rios Poty e Parnaíba e a população da capital.

Teresa Britto parabenizou o delegado Emir Maia, titular da Delegacia de Proteção do Meio Ambiente, e sua equipe por ter impedido que a Aegea utilizasse a Lagoa de Estabilização de Esgotos do bairro Pirajá fosse utilizada para a colocação de chorume, que era um líquido proveniente de aterros sanitários do Pará, que iria contaminar as águas dos dois rios que cruzam a cidade de Teresina.

A deputada do PV disse que tomou conhecimento de que foi a Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Piauí (Semar-PI) que teria concedido uma licença para que a Aegea trouxesse o chorume, assinalando que isto deveria ter sido feito pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semar) de Teresina.

Em aparte, o deputado Henrique Pires (MDB) disse que a Secretaria Municipal do Meio Ambiente repudia qualquer crime ambiental que venha a ser praticado em Teresina e que tem atualmente até a Eturb (Empresa Teresinense de Desenvolvimento Urbano), que produz asfalto, conta com licença do órgão para desenvolver suas atividades, o que não ocorria anteriormente.

Teresa Britto declarou que, como vice-presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, do Meio Ambiente e de Acompanhamento dos Fenômenos da Natureza e como ambientalista, está atenta às questões ambientais.

A parlamentar do PV assinalou que a Assembleia Legislativa não é omissa em relação ao meio ambiente e que a Aegea deve dar explicações ao Poder legislativo e à população de Teresina sobre a ação que levou a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente a impedir a prática de crime ambiental pela empresa de águas e esgotos que atua na capital piauiense.

J. Barros - Edição: Katya D'Angelles

 

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